| | |
| Biologia | |
| | |
| Autor | Mensagem |
| Sodré Usuário Ativo Registrado em: 01 Abr 2008 Localização: Brazil Status: Online Respostas: 58 | Enviada 10 Dez 2009 as 6:06pm |
| Autor: Sodré Gonçalves sodregoncalves@yahoo.com.br Resumo: Apresentaremos as diversas análises sedimentológicas da idade da terra, as várias taxas anuais de sedimentação apresentadas por Sadler (1981), dando destaque as possibilidades de altas taxas. Em seguida apresentaremos aspectos catastrofistas , que requerem altas taxas de erosão/transporte/sedimentação, ligados a explosão fossil (cambriano) e explosão sedimentar (fanerozoico comparado a tempos pregressos) , catastrofismo este que desde Cuvier competiram com o modelo uniformitarianista (presente igual ao passado na sedimentação) de Lyell , Hutton e que foi fortalecido e estabelecido na ciência pela bioestratigrafia de Charles Darwin. Demonstraremos que vários aspectos catastrofistas na formação sedimentar do fanerozoico , requerem altas taxas de sedimentação e portanto, menor idade da formação do Fanerozoico, o que demonstraremos contradição com idades percebidas por Charles Darwin, Lyell, Hutton e outros devido ao uniformitarianismo . Atualmente, as observações catastrofistas dos pais da geologia (em destaque Cuvier) foram fortalecidos com estudos sobre impactos meteoríticos feitos pela Nasa, em associação com trabalhos de fisicos, geoastrofísicos, geologos e geofisicos, que por este e outros aspectos, tem criado uma tendência mais catastrofista na leitura geologica da terra. Em consonância com o questionamento temporal sedimentar, apresentaremos como a bioestratigrafia, mesmo pontualista (Gould e Eldredge) foi enfraquecida pelas observações de especiação em tempo real, pois que aumenta a necessidade de transicionalidade fossil na suposta sucessão faunística paleontologica. Também demonstraremos que estudos sobre comportamento diagênico rápido (permineralição em taxas altas) em fosseis, permitindo grande grau de preservação e sedimentos transformando-se em rocha sedimentar, contribuem para defesa da tese de formação rápida e catastrófica do fanerozoico. Apresentaremos diversos estudos que ligam impactos a formação de grandes províncias ígneas (LPIs), e a grandes movimentos energéticos de ordem global, tectônicos, oceânicos, eólicos, intempéricos, com grande capacidade de erosão, de transporte e de sedimentação, que por fim, como efeito de um quebra-cabeça que exige a outra peça, desbocam e se encaixam com modelo sedimentar de segregação espontânea defendido por vários geólogos e físicos (Berthaut, Rubin, Southard, Austin, Makse, Cizeau, Finiberg e Schlumberger) para a formação do fanerozoico, atuando em grande parte até o fim do terciário. Neste estudo, contrastaremos mecanismos e dados geológicos para formação do fanerozoico, com a idade atribuída por Charles Darwin influenciado pelo uniformitarianismo geológico, abandonado pela geologia moderna, de Lyell, em 550 milhões de anos citado na primeira edição de "Origem das Espécies", tempo este posteriormente ajustado e harmonizado com a datação radiométrica para 542 milhões de anos. Questionaremos esta coincidência uma vez que Darwin se apoiava em um erro uniformitarianista corrigido pela geologia moderna, e passaremos a penultima etapa que é um estudo sobre tectônica de placas (Austin, Snneling, Wise, Baumgardner, Humphreys, Vardiman ) e uma ultima etapa de pesquisa onde faremos uma minunciosa análise do trabalho de Patterson (1956) , das datações absolutas , tendo como referencia inicial os últimos questionamentos que tem sofrido (Baumgardner, Brown, Gentry, Clausen), nos quais destacamos o filtro da hipótese catastrofista (não uniformitarianista) como ponto importante quanto a possiveis erros em escalas de datação devido a uma confiança em constancias pregressas de decaimento, ou outras hipóteses de erro. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE PESQUISA Begossi,R. 2005. Inundações Catastróficas e sua relação com os Depósitos de Carvão da Bacia do Paraná. Tese de Doutorado, Instituto de Geociências/Departamento de Geologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro; pp Ref.BcoDados: Banca: Refer: Estado Folha Milionésimo: Centróide da área: ' - ' depósitos de carvão; Bacia do Paraná domingo, 13 de dezembro de 2009 Banco de Dados sobre Teses - IG/UnB Página 587 de 682 Doutorado 2005 DISSERTAÇÕES E TESES EM GEOCIÊNCIAS NO BRASIL Romana Begossi 2005 Orientador(es): Della Favera,J.C. Área de concentração: Estratigrafia Departamento de Geologia - Universidade Federal do Rio de Janeiro Resumo: O carvão no sul do Brasil tem um alto teor de cinzas, podendo ser melhor denominado siltito carbonoso. Surpreendentemente, a estratificação cruzada hummocky (HCS) foi encontrada em diversas camadas de carvão da Formação Rio Bonito. Apesar da ocorrência de HCS em embientes marinho-rasos indicar uma gênese atribuída à ação de tempestades, outras causas, como inundações catastróficas, têm sido sugeridas recentemente. No caso dos depósitos brasileiros de carvão, a presença de sedimentação deltaica foi reconhecida por diversos autores. A freqüência e íntima relação de fácies encontrada nas ocorrências de carvão na Bacia do Paraná, envolvendo rochas geradas por fluxos gravitacionais subaquosos e, por outro lado, o característico carvão encontrado, requerem a proposição de um novo modelo deposicional e um rearranjo estratigráfico nas unidades atualmente definidas. Mudanças atuais na percepção dos eventosgeológicos, a partir de novos conceitos filosóficos, conduzem à interpretação da sedimentação como resultado de eventos rápidos e de grande energia refletindo um pensamento neo-catastrofista que substitui o tradicional gradualismo. Essa visão, aplicada aos depósitos brasileiros de carvão, leva à proposição de um modelo deposicional não uniformitarista, que aceita a teoria da formação de depósitos de carvão a partir de matéria vegetal alóctone, transportada por eventos de alta energia, nesse caso, inundações catastróficas. SADLER, P.M. 1981. Sediment Accumulation Rates and the Completeness of Stratigraphic Sections. The Journal of Geology, 89(5): 569-584 WHITE, R. V. - Volcanism, Impact and Mass Extinctions. Lithos, Vol. 79, Nº 3-4. 2005. ELKINS-TANTON, L. - Giant Meteoroid Impacts can Cause Volcanism. Earth and Planetary Science Letters. Vol. 239, pp. 219-232. 2005. JONES, A. P.; PRICE, G. D.; PRICE, N. J.; DeCARLI, P. S.; CLERGG, R. A. - Impact Induced Melting and the Development of Large Igneous Provinces. Earth and Planetary Science Letters, 202: 551-561. 2002. BECKER, L. et alli - Bedout: A Possible End-Permian Impact Crater Offshore of Northwestern Austrália. Science Express (DOI: 10.1126 / Science. 1093925), 13 May 2004. BECKER, L. - Entrevista pela ABC on line (The World Today - WA "crater" fuels extinction theories), 14 May 2004. MORGAN, J. P.; RESTON, T. J.; RANERO, C. R. - Contemporaneous Mass Extinctios, Continental Flood Basalts, and "Impact Signals": are Mantle Plume-Induced Lithospheric gas Explosions the Causal Link? Earth and Planetary Science Letters, 217: 263-284. 2004. COE, R. S.; PRÉVOT, M.; CAMPS, P. - New Evidence for Extraordinarily Rapid Change of the Geomagnetic Field During a Reversal. Nature 374: 687-692. 1995. FÓSSEIS: EVIDÊNCIAS DE RÁPIDO SOTERRAMENTO BRAND, L. R.; ESPERANTE, R.; CHADWICK, A. V.; PORRAS, O. P.; ALOMIA, M. - Fossil whale preservation implies high diatom accumulation rate in the Miocene-Pliocene Pisco Formation of Peru. Geology (165-168). February 2004. ESPERANTE, R.; BRAND, L.; NICK, K. E.; POMA; O.; URBINA, M. - Excepcional Occurrence of baleen in shallow marine sediments of the Neogene Pisco Formation, Southern Peru. Paleogeography, Paleoclimatology, Paleoecology - nº 257, p. 344-360. 2008 BRAND, L. R.; HUSSEY, M.; CHADWICK, A. V.; TAYLOR, J. - Decay and Disarticulation of Small Vertebrates in Controlled Experiments. Journal of Taphonomy, Volume 1 (Issue 2), p. 69-95. 2003. SCHWEITZER, M. H. et alli - Soft- Tissue Vessel and Cellular Preservation in Tyrannosaurus rex. Science, vol 307, Issue 5717, 1952-1955, 25 March 2005. CATÁSTROFES GEOLÓGICAS: FENÔMENOS GEOLÓGICOS GLOBAIS INTERLIGADOS SOUZA JR., N. N. - O "Entablamento" em Derrames Basálticos da Bacia do Paraná: Aspectos Genéticos e Caracterização Geotécnica. Tese de Doutoramento. EESC-USP, 257p. 1992a. SOUZA JR, N. N. - Feições Lito-Estruturais de Interesse Geológico e Geotécnico em Maciços Basálticos. Dissertação de Mestrado. EESC-USP, 183p. 1986a. WHITE, R. V. - Volcanism, Impact and Mass Extinctions. Lithos, Vol. 79, Nº 3-4. 2005. ELKINS-TANTON, L. - Giant Meteoroid Impacts can Cause Volcanism. Earth and Planetary Science Letters. Vol. 239, pp. 219-232. 2005. JONES, A. P.; PRICE, G. D.; PRICE, N. J.; DeCARLI, P. S.; CLERGG, R. A. - Impact Induced Melting and the Development of Large Igneous Provinces. Earth and Planetary Science Letters, 202: 551-561. 2002. BECKER, L. et alli - Bedout: A Possible End-Permian Impact Crater Offshore of Northwestern Austrália. Science Express (DOI: 10.1126 / Science. 1093925), 13 May 2004. BECKER, L. - Entrevista pela ABC on line (The World Today - WA "crater" fuels extinction theories), 14 May 2004. MORGAN, J. P.; RESTON, T. J.; RANERO, C. R. - Contemporaneous Mass Extinctios, Continental Flood Basalts, and "Impact Signals": are Mantle Plume-Induced Lithospheric gas Explosions the Causal Link? Earth and Planetary Science Letters, 217: 263-284. 2004. COE, R. S.; PRÉVOT, M.; CAMPS, P. - New Evidence for Extraordinarily Rapid Change of the Geomagnetic Field During a Reversal. Nature 374: 687-692. 1995. SEE - Segregação e Estratificação Espontâneas: ®BERTHAULT, G. - Experiments on Stratification - 14th International Sedimentological Congress - Abstracts (I - 4), Recife (PE), Agosto/1994. ®CIZEAU, P. et alii - Mechanisms of Granular Spontaneous Stratification and Segregation in Two-Dimensional Silos - Phys. Rev. E, vol 59, Nº 4 (4408-4421), 1999. ®FINEBERG, J. - From Cinderella´s Dilemma to Rock Slides - Nature, vol 386 (323, 324), 1997. ®MAKSE, H. A. et alii - Spontaneous Stratification in Granular Mixtures - Nature, vol 386 (379-381), 1997. ®MAKSE, H. A. - Grain Segregation Mechanism in Aeolian sand ripples - Eur. Phys. J. E-1 (127-135), 2000. ®MAKSE, H. A. et alii - Dynamics of Granular Stratification - Phys. Rev. E, vol 58, Nº 3 (3357-3367), 1998. ®SCHLUMBERGER - SEED - Stratification and Segregation - disponível: Objeções a Berthaut http://www.evolutionpages.com/berthault _critique.htm http://noanswersingenesis.org.au/questi ons_berthault_k_henke.htm Tectônicas de Placas http://static.icr.org/i/pdf/technical/Catastrophic-Plate-Tectonics-The-Physics.pdf Questionamento dos métodos de Datação Absoluta http://www.geobrasil.net/geoinfo/docs%5Cgeocron.pdf 1.http://www.grisda.org/site/1/portugue s/georpts/2001.htm 2. http://www.grisda.org/site/1/portugues/ georpts/2101.htm 3.http://www.grisda.org/site/1/portugue s/georpts/2201.htm 4.http://www.icr.org/index.php?search=AdvancedSearch&f_keyword_all=Baumgardner&f_context_all=any&f_keyword_exact=&f_context_exact=any&f_keyword_any=&f_context_any=any&f_keyword_without=&f_context_without=any&f_search_type=all&f_articles_date_begin=&f_articles_date_end=&f_authorID=&f_topicID=&f_typeID=&f_type=&f_events_date_begin=&f_events_date_end=&f_regionID=&f_speaker=&f_location=&f_radio_date_begin=&f_radio_date_end=&f_format=§ion=0&f_constraint=both&=Search&module=home&action=submitsearch ESPECIAÇÃO http://www.ufes.br/~dbio/cursos/evolucao/BIO03041_Evolucao_especiacao.pdf http://www.cbz2008.com.br/palestras/Marques_Biogeo%20Marinha.pdf http://www.icb.ufmg.br/big/beds/arquivos/consecosis.pdf http://www.scielo.br/pdf/ea/v6n15/v6n15a03.pdf http://www.naturezaonline.com.br/natureza/conteudo/pdf/Vicariancia_especies.pdf http://www.ararajuba.org.br/sbo/cbo/xiv_cbo/Sistem%E1tica_evolu%E7%E3o_e_biogeografia.pdf http://www.lerf.esalq.usp.br/parcelas/projetos/pos-doutorado/CibeleCardosodeCastro.pdf http://www.seb-ecologia.org.br/viiiceb/pdf/1169.pdf http://biologiageologia.esmtg.pt/biologia12/materiais_apoio/transp_poliploidia.pdf http://www.ipef.br/publicacoes/scientia/nr35/cap02.pdf http://www.pnas.org/cgi/reprint/1635049100v1.pdf http://www.scielo.br/pdf/bjp/v34n3b/a03v343b.pdf http://hcgs.unh.edu/Staff/kocher/pdfs/Danley2001.pdf (especiação no lago malawi, com ciclideos!) http://hcgs.unh.edu/Staff/kocher/pdfs/Danley2001.pdf (mais exemplos de especiação em ciclideos!) http://www.ggcg.st/melo.pdf (especiação em aves no oeste africano) http://www.ioe.ucla.edu/Ctr/research/NeoMig/Mila-Mol%20Eco-Speciation%20warbler-2007.pdf http://mbe.oxfordjournals.org/cgi/reprint/17/7/1081.pdf http://www.ibiologia.unam.mx/pdf/links/neo/rev2/vol_2_1/ornitol_2_1_5_28.pdf (especiação em aves da patagonia) http://joeroman.com/images/rocha.ecospeciation.05.pdf (especiação em peixes de recife no atlantico) http://hcgs.unh.edu/BAC/Kocher2004.pdf (usando ciclideos como modelo) http://www.cooper.org/COS/107_2/107_2abs12.pdf (especiação em aves no estado do roraima) http://www.nieuws.leidenuniv.nl/content_docs/Promoties_mei_2006/maan_summary.pdf (mais especiação de ciclideos africanos, agora no lago victorya, perto do malawi!) http://www.nhm.ac.uk/research-curation/staff-directory/zoology/Huyse/assets/huyseetal2005-tp-pdf.pdf (especiação em alguns parasitas) http://www.pnas.org/cgi/reprint/97/19/10460.pdf (especiação em insetos) http://br.wrs.yahoo.com/_ylt=A0geumijbQdI_EUBsJ_z6Qt.;_ylu=X3oDMTBzc2xjcHF2BHNlYwNzcgRwb3MDNjAEY29sbwNhYzIEdnRpZAM-/SIG=13992dvss/EXP=1208532771/**http%3A//www.fishecology.ch/publications/seehausen/Adaptive%2520Speciation%2520Book.pdf (especiação em ciclideos africanos do genero Haplochromis... ) http://www.oeb.harvard.edu/faculty/edwards/research/publications_files/Speciation2005.pdf (especiação em aves) http://www.wesleyan.edu/bio/xx/cohan/cohan/cohan-syst_biol.pdf (especiação em bacterias) http://www.entu.cas.cz/png/WeiblenBushMOLECOL02.pdf http://www.allenpress.com/pdf/mamm-87-04-24_643..662.pdf (algo sobre especiação em mamiferos) http://www2.wmin.ac.uk/clemenr/PAPERS/ess2003_Clement.pdf (mais especiação de ciclideos) http://www.biology.uc.edu/faculty/petren/LAB/publications/2000GrantPetrenBJLS.pdf (especiação observada em galapagos!) http://www.oeb.harvard.edu/faculty/losos/whatsnew/Langerhans_etal_2007b.pdf (especiação em peixes do genero gambusia) http://web.mpiib-berlin.mpg.de/mlst/AGroup/team/markPDF/33.pdf (especiação em salmonella) http://ss.jircas.affrc.go.jp/english/publication/jarq/40-4/40-04-04.pdf (especiação em plantas) http://faculty.weber.edu/jcavitt/Explosivespeciationinwarblers.pdf (especiação em aves na america do norte) http://ublib.buffalo.edu/libraries/projects/cases/stickleback/stickleback.pdf (especiação em peixes do lago paxton) http://www.wesleyan.edu/bio/xx/cohan/cohan/cohan-genetica.pdf (especiação em bacterias) http://www.sbs.utexas.edu/ryan/Publications/2007/2007ProcRoySoc274%20399.pdf (especiação em sapos na amazonia) http://www.aka.org/ark/pupfish.pdf (especiação em peixes na america do norte) http://ublib.buffalo.edu/libraries/projects/cases/stickleback/stickleback.pdf (especiação em peixes do lago paxton) http://www.wesleyan.edu/bio/xx/cohan/cohan/cohan-genetica.pdf (especiação em bacterias) http://www.sbs.utexas.edu/ryan/Publications/2007/2007ProcRoySoc274%20399.pdf (especiação em sapos na amazonia) http://www.aka.org/ark/pupfish.pdf (especiação em peixes na america do norte) http://www.zoologi.su.se/research/nylin/Gage%20conflict.pdf http://www.flmnh.ufl.edu/butterflies/neotropica/reprints/2005H_MS.pdf (especiação em borboletas) http://www.ria.ie/cgi-bin/ria/papers/100501.pdf (especiação em plantas) http://www.evolutionsbiologie.uni-konstanz.de/pdf1-182/P102.pdf (mais especiação de ciclideos africanos) http://awcmee.massey.ac.nz/past_summer_projects/ReportTanja2006.pdf http://www.yale.edu/eeb/near/14.pdf (especiação em black basses - (Micropterus) http://faculty.weber.edu/jcavitt/Explosivespeciationinwarblers.pdf (especiação em pássaros do gênero Dendroica) http://www.iorg.com/Speciation.pdf (algo sobre especíação, em sua definição) http://striweb.si.edu/publications/PDFs/Robertson_et_al_2006_speciation_Atlantic_parrotfishes.pdf (especiação em peixes do gênero Sparisoma e Nicholsina) http://mus.tiem.utk.edu/~gavrila/PAPS/palms.pdf (estudo de modelos matemáticos de especiação) http://www.sbs.utexas.edu/ryan/Publications/2007/2007ProcRoySoc274%20399.pdf (especiação em sapos amazonicos do gênero Physalaemus) http://web.utk.edu/~bfitzpa1/bolnick_fitzpatrick_2007.pdf (mais estudos e videncias empiricas) http://geo.cbs.umn.edu/Weiblen&Bush2002.pdf (especiação em alguns parasitas) http://home.uchicago.edu/~jtweir/reprints/Weir_&_Schluter_2004_PRSLB.pdf (trabalho sobre a influência do gelo como agente indutor a especiação, em aves boreais) http://www.zoologi.su.se/research/nylin/Gage%20conflict.pdf (sobre especiação e seleção sexual em mamiferos, borboletas e aranhas) http://www.ucalgary.ca/~smvamosi/vamosi-eer_2003.pdf (especiação em peixes do genero Gasterosteus) http://plaza.ufl.edu/rocha1/Rocha_etal_2005.pdf (especiação em peixes de corais) http://user.uni-frankfurt.de/~markusp/JBiolLinnSoc79_611.pdf (especiação em caramujos) VISÃO CRIACIONISTA ATUALIZADA DE ESPECIAÇÃO http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/marcia.pdf http://origins.swau.edu/papers/evol/marcia1/defaultp.html http://origins.swau.edu/papers/evol/marcia2/indexp.html http://origins.swau.edu/papers/evol/marcia3/defaultp.html http://origins.swau.edu/papers/evol/marcia4/index.html http://origins.swau.edu/papers/evol/gibson/defaultp.html http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson2.pdf http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson1.pdf http://www.unasp-sp.e du.br/campus/neo/downloads/gibson3.pdf http://www.portaleducacao.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=637 (***SODRÉ) http://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=2&mforum=cienciadasorige (***SODRÉ) VISÃO GENÉTICA CRIACIONISTA (ENTRÓPICA) Eva Mitocondrial e as populações ancestrais http://www.portaleducacao.com. Sanford, J.C., Baumgardner, J., Gibson, P., Brewer, W., ReMine, W. (2007). Mendel's Accountant: a biologically realistic forward-time population genetics program. SCPE 8(2): 147-165. http://www.scpe.org. Sanford, J.C., Baumgardner, J., Gibson, P., Brewer, W., ReMine, W. (2007). Using computer simulation to understand mutation accumulation dynamics and genetic load. In Shi et al. (Eds.), ICCS 2007, Part II, LNCS 4488 (pp.386-392), Springer-Verlag, Berlin, Heidelberg. Sanford,J.C. 2006. Genetic Entropy and the Mystery of the Genome. Elim Publications. Elim, NY. 208 pages. http://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=2&mforum=cienciadasorige http://www.portaleducacao.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=2184 http://www.portaleducacao.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=637 DeGray, G., Rajasekarana, K., Smith F. Sanford, J. Daniel H., 2001. Expression of an antimicrobial peptide via the chloroplast genome to control phytopathogenic bacteria and fungi. Plant Physiology 127 (3): 852-862. Production of transgenic poinsettia (2006). US Pat. 7119262 - Filed Jul 31, 1997 - Sanford Scientific, Inc. ... Geneva, NY (US); Tau-San Chou, Batavia, IL (US); Robert Eisenreich, North Aurora, IL (US); John Sanford, Geneva, NY (US); Alan Blowers, St. Charles, ... Expression of magainin and PGL classes of antimicrobial peptide genes in plants, and their use. (2001). US Pat. 6235973 - Filed Jul 31, 1998 - Sanford Scientific, Inc. ... Geneva, NY (US); Alan D. Blowers, St. Charles, IL (US); Joyce Van Eck, Ithaca; John Sanford, Geneva, both of NY (US) (73) Assignee: Sanford Scientific, ... Índice 1) Introdução 2) Análise de Taxas Sedimentares 3) Aspectos Catastrofistas do Fanerozoico: Exlplosão Câmbrica e explosão sedimentar 4) Altas Taxas de Sedimentação 5) Tempos Estimados com base em taxas de sedimentação 6) Impactos Meteorticos e suas possíveis conseqüências 7) Uniformitarianismo, Darwin e a Bioestratigrafia 8) Especiação em Tempo Real e suas conseqüências do registro Fossil 9) Comportamento rápido diagênico fóssil e sedimentar 10) Segregação e Estratificação Espontânea 11) 542 Milhões de anos 12) Datação absoluta 13) Filtro Catastrofista das Datações em Geral 14) Filtro Catastrofista das Datação Absoluta 15) Conclusão 16) Bibliografia Introdução Desde Lyell e outros que declaravam que as camadas geologicas eram muito antigas, de deposições gradualistas , pensando que o presente fosse igual ao passado, que pessoas como Darwin foram influenciadas pelo mesmo , a fazer progressões ao infinito, aos supostos "absolutos" milhões de anos das camadas contendo fossil, para assim historiar a vida.
Em recentes estudos observa-se uma contradição geocronológica de grande escala (mesmo avaliando curvas com tendencias isócronas), entre os processos geológicos energéticos do passado (me refiro ao fanerozoico até mais ou menos fim do terciário) que exigem muitas vezes altas taxas de sedimentação (daquelas analisadas por Sadler) . As taxas de sedimentação como referencia datacional da terra faziam parte da cultura geologica uniformitarianista, a tabela abaixo nos mostra cálculos de vários geólogos em diferentes épocas: http://img517.imageshack.us/img517/6932/tab152.jpg Apesar destas visões sedimentares uniformitarianistas, percebemos uma exigência de uma visão geológica catastrofista econômica do tipo "efeito dominó" quando introduzimos no cenario grandes impactos meteoriticos e seus efeitos como ondas e marés de 300 metros viajando a 800 Km/h, altamente erosivas, criando incendios, cerregando rochas incendiadas e fumaças simultaneas que gerariam glaciações , movimentos abruptos tectonicos, LPIs, ventos fortíssimos, e por fim , uma segregação espontanea na formação sedimentar, em pouco tempo.(Berthaut, Rubin, Southard, Austin) Quando comparamos estas situações com o tempo radiométrico, percebemos a constancia percebida nos ultimos anos de decaimento, se impondo de tal maneira na geologia sedimentar, de forma a separar pelo tempo estabelecido, peças de um quebra-cabeça que parece exigir simultaneamente a outra peça distanciada pelo calculo radiometrico, somos forçados a ter que reinterpretar as datações geológicas atualmente aceitas. O próximo passo destas análises portanto, será questionar possiveis erros na escala do tempo radiometrico e para tanto, propomos justificativas estritamente geologicas e não geofisicas, de tempo mais curto, para a formação do fanerozoico, para poder fortalecer a dúvida quanto ao absolutismo radiometrico se impondo sobre estudos estritamente geológicos. Analogamente, o quadro que percebemos, é de uma câmara super lenta, quando datamos multiplicado em 100 mil anos, cada evento que precisa do outro próximo, em tempo e em espaço. Reiteramos neste contexto, que as observações de Darwin, em certo sentido, independem da teoria da evolução como um todo, me refiro a evolução histórica (Ernest Mayer divide evolução biológica de evolução histórica) e que portanto, não estão sendo questionadas em níveis taxonômicos inferiores (especie, genero e familia), onde se percebe a nível laboratorial, o estudo do comportamento biologico. Porem percebemos que as progressões das bio-modificações das especies feitas por Darwin no tempo, dependeram da visão geológica insipiente e em competição da época, onde Cuvier , pai da geologia , disputava a opinião com um advogado, Lyell, ídolo de Darwin, que estabeleceu uma visão uniformitarianista na geologia. O uniformitarianismo como metodo de se olhar as formações da terra , foi demonstrado em recentes estudos, errôneo e que Lyell geologicamente errou. E errou para mais, uma vez que o passado, sobretudo o fanerozoico, apresenta aspectos catastroficos e portanto, de formação rápida. O conceito de que o presente fora igual ao passado foi corrigido de forma tímida e sutil na geologia, substituindo uniformitarianismo por um atualismo onde as leis naturais continuam sendo assumidas como as mesmas no tempo, mas porem atuando em contextos geologicos bem diferentes :O Dr Thomas Rich Fairchild, orientador de teses doutorais em geologia da USP declara: "Mesmo reconhecendo a ultilidade do atualismo, sabemos pelo registro geológico e fossilifero que o passado nunca foi igual ao presente" . Decifrando a Terra pag 495 Apesar do jovem de 22 anos, Charles Darwin, ter se baseado em Lyell , quando conceberu sua famosa teoria, muitas das suas observações biologicas, frutos da herança lamarkista , de seu avô e sobretudo da carta de seu amigo Wallace, contendo a idéia de seleção natural, são defendidas no presente trabalho como válidas, sobretudo aquelas que independem do tempo, da geologia, e da paleontologia. Um ponto importante e inovador que reiteramos aqui é como as atuais pesquisas sobre especiação em tempo real podem se conciliar perfeitamente com uma visão geológica catastrofista, por reduzir drasticamente o tempo de formação do fanerozoico até fim do terciário, permitindo ainda assim todo o cenario historico de extinções e especies sobreviventes que gerariam toda biodiversidade atual. Além disso, percebemos tambem por outro lado , um aumento significativo da exigencia de uma proporcionalidade transicional fossil para o antigo modelo de evolução historica, uma vez que as especies se modificam em tempo tão mais rápido que o esperado. Vamos supor que as camadas aconteceram gradualmente como pensava Drawin/hutton/Lyell, agora vamos olhar essa graduação pelo prisma da especiação em tempo real... se olharmos para o comportamento rapido das especiações nós então deveriamos achar, das especies que se evoluiram, diferenças o tempo todo e não igualdades já que se supõe neste modelo raridade na fossilização... calculamos que para especies que supostamente evoluiram bem mais que as que ficaram em suposta estase por até meio bilhão de anos , existiria uma dificuldade até de as classificar, dadas tantas diferenças- e não é este o caso. A classificação é bem possivel e identificavel. Tais observações afetam frontalemente a teoria da evolução historica e cria o que já se observa em testes biologicos de cruzamentos artificiais, limites de ancestralidade comum, onde se observa impossibilidade de cruzamentos artificiais geradores, com pelo menos um inicio de embrião, entre tentativas situadas até o táxon familia. Para alem deste grau de parentesco, os cruzamentos demonstram ser impossibilitados pela falta de coordenação cromossomica , hipótese lançada por Marsh em 1976 e sustentada por pesquisas em mais de 2000 especies apresentadas pelo bioquimico alemão Dr. Frank Sherer em 2002. Em 2007, na nova edição do livro "Evolução , um Livro Texto Crítico" temos o relatorio de XXXXXXX especies testadas. http://www.contradicoesbiblicas.com.br/Contradicoes.aspx?Id=1826 Especiações em Tempo Real, problema ou Solução? 1. Especiações observadas em tempo real justificam toda biodiversidade tendo advindo de ancestrais sobreviventes ao fanerozoico, que tratou de extinguir a maioria das especies. Os marcadores geológicos situados em interrupções da suposta historia geologica daquela especie (extinções em massa), pode ser lido, como momentos em que especies e grupos foram terminalmente soterrados. A falta de proporcionalidade transicional fossil entre camadas, que já era aventada não somente pelos criacionistas mas internamente, pelos pontualistas, foi aumentada pela observação biologica de especiações ocorrendo rapidamente, criando uma surpresa na biologia moderna: "O que pareceu fascinar mais outros biólogos, porém, é a grande velocidade com que o fenômeno do deslocamento de caráter ocorreu. "Eu acreditava que fosse demorar muito mais", comentou na "Science" o biólogo David Pfening, da Universidade da Carolina do Norte. A redução média de 5% no tamanho de bico, considerada drástica pelos biólogos, ocorreu no intervalo de cerca de um ano, praticamente de uma geração para a outra". Como já dissemos, especiações observadas em tempo real aumentam em trilhões de vezes a necessidade de previsão de fosseis transicionais proporcionalmente aos que se encontram, ou seja , a crise transicional que o pontualismo de Gould e Eldredge, veio "resolver", não resolveria , uma vez que depois de pesquisas observando especiações em tempo real demonstram que deveriamos ter uma proporcionalidade mais que abundante de formas intermediarias Em geologia percebe-se varias taxas de sedimentação confrontadas com supostas datações de camadas sedimentares (Sadler), onde se observa dificuldades conciliatorias onde se percebe facilmente que o tempo até normal de deposição requer um tempo inifinitamente menor, comprativamente, com as datas atribuidas, isso sem contar as previsiveis altas taxas deposicionais como exemplificada no item abaixo: A relação de impactos meteoriticos com vulcanismo fissural, gera um quadro violento e energetico de ondas e turbulencias imensas na terra, ondas, ventos, fumaça, evaporação e glaciação, como efeito dominó capaz de gerar erosão/transporte /deposição simultanea gerando estratificação espontanea e não a regra de Steno como regra que se vê atualmente, o que sugere a seguinte imagem O livro de geologia "Decifrando a Terra" sugere ondas de mais de 300 metros de altura pelo impacto do K/T , inclusive se observa um circulo em torno da queda do K/T contornado pelo golfo do Mexico, há autores que sugerem ondas/marés na ordem de kilometros ha 800km/h. ![]() ![]() ![]() ![]() Para entender o poder de erosão/transporte /sedimentação, favor assistir algumas simulações da NASA http://video.google.com.br/videosearch?hl=pt-BR&safe=off&client=firefox-a&rls=org.mozilla:en-US:official&hs=o8h&q=simula%C3%A7%C3%A3o%20da%20nasa%20de%20impacto%20youtube&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wv#client=firefox-a&emb=0&hl=pt-BR&view=3&q=impacto+meteoro+nasa Condritos Então temos uma imensa diferença vertiginosa do gráfico sedimentar do fanerozoico As provincias ígneas intimamente relacionadas a impactos em diversos artigos cientificos, são representadas nestes pontos vermelhos Mas esquecemos que a grande provincia ígnea está por toda parte, pois que o assoalho oceanico foi formado por convecção e subdução, então teriamos uma imagem assim: Há tambem associação entre impactos e vulcanismo em outros planetas como Mercurio, onde o impacto afeta a parte oposta pois tal impacto geraria ondas que se encontrariam exatamente no extremo oposto da esfera do globo do planeta como comenta esta materia http://www.sciencedirect.com/science?_ob Uma questão que me parece um absurdo na geologia convencional é a associação de impactos a extinção em massas sem que afete ao tempo da formação das mesmas camadas onde os animais extintos em massa se encontram fossilizados, ou seja, a existencia de toneladas de fosseis nas camadas do cambriano até as pretéritas as atuais. exigem uma explicação catastrofica, rapida, que justamente as marcas de grandes impactos podem fornecer, mas mesmo assim, os impactos parecem não deixar rastros sedimentares e nem fossilização rápida devido a tradição geologica atual, resultando numa especie de afastamento dos efeitos dos impactos para formarem os fosseis e as camadas sedimentares que os contem, pelas ideias antigas uniformitarianistas e darwinistas de historiamento da vida na terra por intervalos de grande tempo. Centenas de colunas geologicas como este abaixo, já relacionam de forma destacada a presença de grandes impactos no periodo fanerozoico, sem atentar para o fato que, economicamente falando, eles se bastariam para formar o que vemos , em pouquissimo tempo. ![]() ![]() os aspectos de oscilações mais transgressivas e mais regressivas do fanerozoico tambem demonstram que, caso a escala de tempo respeite os aspectos catastroficos rapidos evidentes na geologia, justificam harmonicamente em tempo e capacidade de erosão, transporte e sedimentação,. a participação das aguas do mar na formação ou deformação do que vemos hoje na terra. Um grande impacto precisa das consequencias, precisa de ondas, calor, ventos, sedimentação, transporte, erosão, diaclasamento, brocas gigantescas de aguas rápidas carregando rochas e formando vales secos como vemos em Scablands, e tantos lugares onde sobram apenas montes testemunhos destas imensas atividades erosivas, precisa de um modelo de tectonicas rápido capaz de afastar continentes sem dar tanto tempo para erosões e deformações em grandes escalas, precisa de coisas que rachem e afastem grandes e abrangentes continentes, precisa até de fissuras rápidas e gigantescas na litosfera, com certeza precisa de grandes provincias igneas (LPIs), onde mais transgressões marinhas gigantescas e regressões imensas oscilam...e estas precisam de fossilização, de extinção em massa, de ecossistemas incompletos pela segregação que uma catastrofe faz de vegetais pra lá, animais pra outro canto, ou pra camadas diferentes...varios impactos precisam muito mais...o fanerozoico precisa tambem de tudo isso, em tepo rapido, catastrofico, para se montar a harmonia do quebra-cabeças, do quebra-quebra no qual participou a terra. O fanerozoico excetuando camadas recentes está mais que satisfeito a nivel de sinais de erosão/transporte/sedimentação quando reunimos economicamente as coisas, uma análise de quantitativa de erosões/transportes/deposições/sedimentação/impactos/vulcanismos gigantescos, revela-se catastrófica, rápida, onde a sedimentação teria que ser por segregação espontânea em quase todos os casos. Pouca coisa sobra pra outras justificativas e explicações gradualistas, talvez apenas as camadas atuais, o fanerozoico é essencialmente catastrofico e precisa de pouco tempo, dispensa as datações que é um setor lateral que tenta arbitrar indiretamente quanto as questões lógicas e mecanicistas envolvidas, assim como faz a faunistica, de lá pra cá e de cá pra lá. Há mecanismos evolutivos ainda desconhecidos e que alguns tentam verificar que mostram que as bio-modificações acontecem por fatores ligados a receptores mais sensibilizados e direcionados a uma adaptação nas células (ver crise de abstnência) e que os fatores evolutivos chovem no molhado, ou seja, se evolui para os que foram determinados mais aptos conforme informação descendida, mas logicamente isso com muito mais limitações que a evolução históico-paleontologica defende. Nesta tentativa de refutação , mostra que a geologia já lidava com esta possibilidade http://noanswersingenesis.org.au/questions_berthault_k_henke.htm Aqui filmes sobre os experimentos do Dr Berthaut http://video.google.com.br/videosearch?q=estratifica%C3%A7%C3%A3o%20espontanea%20youtube&oe=utf-8&rls=org.mozilla:en-US:official&client=firefox-a&um=1&ie=UTF-8&sa=N&hl=pt-BR&tab=wv#client=firefox-a&emb=0&hl=pt-BR&view=3&q=guy+berthault+youtube O fanerozoico com tantos impactos meteoriticos gerando ...LPIs, ondas/marés gigantes repletas de rochas incandescentes incendiando e erodindo, transportsando, sedimentando pacotes unicos, extensões imensas de um mesmo tipo, padrões globais, conteudo gigantesco fossil (sem contar os depredados pelas pedreiras) , planos -paralelos, arvores aloctones e autoctones polistratos, desgraça sobre desgraça..deposições eólicas em pacotes imensos...por segregação espontanea...enfim, uma infinidade de justificativas se não bastasse o simples FATO da difenrença entre camadas atuais e as preteritas até antes da explosão de morte cambriana...enfim, tudo isso, economicamente falando, relacionalmente falando porque uma peça precisa da outra, precisaria de pouquissimo tempo para se formar (erodir/transportar/sedimentar) Fig.6. Experimental setup for research of erosion of cohesive soils in hydraulic laboratory of Vedeneev All-Russian Research Institute of Hydraulic Engineering Inc. http://www.igem.ru/igcp514/reports/report2007/report2007.htm A propria explosão cambriana bem como as FASES do fanerozoico exigem ALTAS TAXAS DE SEDIMENTAÇÃO (das diversas analisadas por SADLER) , logo, levaram pouquissimo tempo para sedimentar...e material erodido pra isso em face das erosões imensas causadas para poder gerar todo aquele cenario fossilífero não faltaram , nem força para transporte, quando conectamos impactos meteoriticos a época do fanerozoico as possibilidades de não ter existido sedimentação com altas taxas são nlas. O tira-teima é o proprio cenario fossilífero DIFERENCIADOR das camadas atuais pelas quais se olha, ou melhor, se negligencia , para interpretar as pretéritas fanerozoicas camadas tão diferentes, e as pre-cambrianas tambem. A datação radiométrica não se harmoniza com taxas de sedimentação..Fanerozoico tem 95% dos seres vivos extintos. ...é desgraça subta e repentina que aconteceu no fanerozoico até o fim do terciário, NADA MAIS QUE DESGRAÇA E MORTE, isso implica em altas taxas que implica em PEQUENO PERIODO FORMADOR DAQUELAS CAMADAS, e teria que ser mesmo, caso contrario não se preservaria tanto e com tão bom estado de preservação (uma bom percentual). COMO QUE UM EVENTO DESTE ACONTECE como o K-T no méxico indicando a extinção em massa do permiano, MATA, DESTROI E A CAMADA AO REDOR DE GRANDE CIRCUNFERENCIA QUE ELE PRODUZIU COM SUAS ONDAS/MARÉS DE 300 METROS DE ALTURA CONTENDO ROCHAS INCANDESCENTES SUMIU no atualismo gradual de formação sedimentar ?e as LPIs formadas? e o tectonismo gerado? e o efeito dominó da desgraça rsobre desgraça, morte subita sobre morte súbita, sem contar que foram vários evntos metoros até maiories que o chicchulub..simplesmente o fanerozoico não caberia mais nada, tá entupido de catástrofe, logo, se formou RAPIDAMENTE. ![]() Editado por Sodré - 16 Fev 2010 as 9:12am | |
| | |
| Sodré Usuário Ativo Registrado em: 01 Abr 2008 Localização: Brazil Status: Online Respostas: 58 | |
| http://odiluvionopiaui.blogspot.com/2009/03/floresta-fossil-de-teresina-o-diluvio.html FLORESTA FÓSSIL DE TERESINA: O DILÚVIO DE GÊNESIS GANHA A CORRIDA NO PIAUÍ prof. Moisés Bezerril Floresta Fóssil de Teresina -PI A cidade de Teresina abriga uma riqueza paleontológica de grande preciosidade para o catastrofismo criacionista. Trata-se da floresta fóssil de Teresina, localizada às margens do Rio Poty, à altura do Teresina Shopping. Eu lamento muito que as autoridades do Piauí não tenham até agora preservado um patrimônio histórico tão valioso para a história da terra, e um testemunho tão forte do Dilúvio Bíblico de Gênesis. Para uma petrificação de ávores são requeridas condições tão especiais, que faz com que esses fósseis sejam de grande raridade no universo dos seres fossilizados. O Dilúvio de Gênesis ganha a corrida contra as bactérias da madeira; suas águas quentes ricas em sílica agiram tão catastroficamente que não permitiram sua decomposição. Ao invés, os troncos foram mineralizados em pé, de maneira muito rápida. A floresta não pode ter mais de 6.000 anos, pois qualquer data superior a isto implicaria em erosão e extinção. O que normalmente tem sido dito é que a floresta tem 200 milhões de anos. Ora se a a taxa de erosão hoje da floresta de Teresina fôr válida para 200 milhões de anos atrás, não haveria mais nem um só grão desses fósseis. Isso requer uma data mais mais aproximada. O QUE É UMA FLORESTA FÓSSIL O QUE DIZ A LENDA: As pesquisas evolucionistas dizem que a 240 milhões de anos atrás, durante o período permiano, todo o terreno teresinense era ocupado pela referida floresta. A formação deste sítio paleontológico envolveu provavelmente, um soterramento muito rápido dos troncos. Após este soterramento, segundo pesquisas já realizadas, as partes porosas dos troncos foram preenchidas por matéria mineral em equilíbrio com o meio ambiente da época, tornando-os petrificados. Do ponto de vista evolutivo, os troncos apresentam um nível de organização situado entre as plantas pteridófitas e as gimnospermas, e pertencentes ao grupo das Pteridospermófitas, um grupo de plantas totalmente extinto. O sítio em tela representa um verdadeiro registro do passado da Terra, através das rochas sedimentares que o encerram. Nas diversas camadas de rochas podemos concluir sobre a superposição de vários eventos no tempo. A superposição de eventos passa por: a) presença do ambiente marinho documentada pela existência de marcas onduladas e pistas de vermes no arenito; b) ambiente continental superposto ao ambiente marinho, atestado pela existência dos troncos (só existem vegetais superiores em ambientes terrestres); c) soterramento e fossilização dos troncos; d) erosão dos troncos pela ação das águas. Por Soares Filho (http://www.algosobre.com.br/biologia/floresta-fossil-de-teresina.html) O QUE DIZ O CATASTROFISMO CRIACIONISTA: Catastrofistas e uniformitaristas concordam-se em que havia uma floresta num determinado local e que foi soterrada catastroficamente de maneira muito rápida. O que não é dito pelos uniformitarianos (geólogos evolucionistas) é que a petrificação de tal floresta foi uma atividade hidráulica provocada pelo Dilúvio de Gênesis. Quais as provas básicas para entender a floresta fóssil de Teresina como sendo uma floresta pré-diluviana que foi soterrada pelas águas do Dilúvio de Noé? As provas são as seguintes: 1) para o soterramento de uma floresta de ávores gigantescas é necessário tsunamis gigantes; condições diluvianas. 2) o material encontrado no local dos troncos está acompanhado de material marinho, indicando que a inundação da floresta veio do mar; Teresina está a 330 km do oceano. Isso exigiria condições de um dilúvio global para trazer o oceano até lá. 3) A sílica (material mineralizador dos troncos) trazida pela água veio de profundidades abissais a partir das aberturas da crosta terrestre de local distante de Teresina, pois não há pistas de tectonismo no local. Isso pode indicar que esse elemento químico dissolvido em águas quentes faz parte do ambiente catastrófico do ano diluviano. 4) A idade de 240 milhões de anos que os uniformitaristas dão para a floresta é gratuita, pois se a terra tivesse essa idade a atmosfera seria uma heliosfera em menos de dois milhões de anos, o que seria impossível para a sobrevivência da flora. 5) Além disso não é possível datar rochas sedimentares; isso significa que esses milhões de anos não correspondem a dados precisos, é apenas uma tradição científica. 6) Como o passado não se repete na mesma escala, os milhões de anos não passam de uma interpretação evolucionista. A FLORESTA FÓSSIL DE TERESINA E SUA RELAÇÃO COM O DILÚVIO DE NOÉ Árvores podem ser petrificadas quando são soterradas numa área onde o mineral sílica está dissolvido em água quente. A água infiltra cada célula da madeira envolvendo toda a madeira em sílica, em alguns casos removendo matéria órgânica e substituindo-a por sílica. Algumas vezes a preservação é tão precisa que você pode ainda perceber os aneis da ávore, como nesta foto.
O QUE OS EVOLUCIONISTAS DIZEM DE YELLOWSTONE "O Parque Nacional de Yellowstone é um parque nacional norte-americano localizado nos estados de Wyoming, Montana e Idaho. É o mais antigo parque nacional no mundo. Foi inaugurado a 1 de março de 1872 e cobre uma área de 8.980 km², estando a maior parte dele no noroeste de Wyoming. O que há de mais errado nessa afirmação da wikipedia é a questão das datas. Yellowstone parece ser uma obra da grande atividade geológica da terra no ano diluviano. Os uniformitaristas colocam sua atividade a 640.000 anos atrás, mas possivelmente tudo aconteceu a 6.000 anos atrás. DIFERENÇAS E PARALELOS ENTRE YELLOWSTONE E TERESINA Os catastrofistas criacionistas entendem que se a água do dilúvio fosse apenas a que caiu da atmosfera, a terra não seria inundada. É por isso que a Bíblia diz que houveram duas fontes de água para o dilúvio: águas de cima (atmosfera) e de baixo (o grande abismo). Possivelmente esse abismo que gerou água foi uma grande fissura na crosta que atingiu reservatórios subterâneos, trazendo à superfície terrestre grandes volumes de água misturada com minerais subterrâneos como a sílica. Sendo o manto da terra rico em minerais e de temperatura altíssima, essa água quente dissolveu a sílica e atingiu várias regiões da terra com essa calda mineral quente. Como o fenômeno foi global, todo mineral proveniente dessdas fissuras se espalhou junto com a água do mar petrificando tudo o que encontrou pela frente. Essa é a razão de existir esses fósseis em todos os continenentes, e não serem mais formados hoje em dia nessa mesma escala. Essa é a mesma explicação para as rochas sedimentares e conglomerados encontrados no local da floresta fóssil de Teresina. A RELAÇÃO DA FLORESTA FÓSSIL DE TERESINA COM O DILÚVIO DE GÊNESIS O ambiente de Yellowstone foi ligeiramente diferente de Teresina porque não há marcas de vulcanismo no local. É fato que até hoje a área de Yellowstone ainda está sob vulcanismo, que traz água quente com o mineral sílica das profundezas da terra, como foi no passado, só que em pequeníssima escala. A fonte de sílica que possivelmente atingiu as árvores da floresta de Teresina foi algum tipo de fissura na crosta terrestre que possibilitou uma inundação marinha rica em sílica dissolvida em suas águas. As condições para tal evento pode muito bem se encaixar na perspectiva catastrofista diluviana. A floresta petrificada de Teresina bem como as de outras regiões também mostram a ação subsequente das águas diluvianas como um provável agente de deposição de materiais na sua presente localização. De qualquer maneira algum tipo de agente catastrófico é necessário no mínimo para o soterramento dos materiais antes que agência da petrificação inicia suas atividades. Ás árvores da floresta fóssil de Teresina foram petrificadas em pé; vejamos nessas fotos a posição da petrificação mesmo depois de erodidas. Uma inundação que soterrou úma floresta em pé, trazendo consigo água carregada de sílica quente das profundezas da terra, fenômeno igual a todos os outros espalhados pela terra, não pode ser outro a não ser o dilúvio de Gênesis. Qual inundação carregada de sílica quente poderia soterrar ávores em pé e petrificá-las rápidamente? E por que este fenômeno se encontra em todos os continentes? O Dilúvio global de Gênesis parece ser a melhor resposta até agora.
| |
| | |
| Sodré Usuário Ativo Registrado em: 01 Abr 2008 Localização: Brazil Status: Online Respostas: 58 | |
| O MISTÉRIO DAS CAMADAS SEDIMENTARES: A ESTRATIGRAFIA EM PEQUENA ESCALA NUMA PRAIA DO PIAUÍ Parnaíba, Piauí - 330 km de Teresina Você já deve ter visto uma amostra das camadas de rocha sedimentar que existe por toda parte em todos os continentes. Essa formação geológica é muito comum nos sertões de Pernambuco, Paraíba, Bahia, e aqui no Paiuí. Veja um exemplo do que estou ensinando: ![]() ![]() Nesses paredões a 40 km da cidade de Floriano - Pi, você pode observar camadas de vários tipos de sedimentos. Há material aí que foi consolidado em rocha sedimentar, bem como a argila solta (barro vermelho, rocho, branco). Também há seixos de todo tipo de rocha. Como foi formada essa montanha de sedimentos estratigraficamente depositados? O QUE DIZ A LENDA: Cada camada dessa foi colocada uma sobre a outra com intervalos de milhões de anos, até que os sedimentos se tornassem rochas. Esse material foi trazido por águas e por ventos durante um processo que durou milhões de anos. O QUE DIZ O CATASTROFISMO CRIACIONISTA: Essas camadas foram depositadas rapidamente por grande força hidráulica em poucos dias; as camadas que foram trazidas por águas saturadas de sílica se transformaram em rocha sedimentar. Aquelas que não tiveram contato com água silicada permaneceram como foram apanhadas, como argila, e outras areias. Tudo isto durante o ano do Dilúvio de Noé. Esse material não pode ter 300 milhões de anos pelas seguintes razões: 1) Essas camadas sobrepostas ainda acontecem hoje na natureza em pequena escala, e a forma estratigráfica só acontece de maneira uniforme porque são depositadas uma depois da outra num único processo, sem intervalos. Vejamos uma pequena escala na praia de Parnaíba: ![]() ![]() ![]() ![]() Essa mini estratigrafia corresponde exatamente ao que aconteceu em grande escala no ano do Dilúvio de Noé, sendo que nessa foi ação do vento, enquanto que a de Noé foi a ação da água. Camada após camada são superpostas intermitentemente por água. Se a lenda evolucionista estivesse certa, no intervalo de cada camada haveria muita erosão provocada pelo vento, chuva, elementos químicos, intemperismo. O resultado seria que não haveria nunca uma série de camadas superpostas de orma homogênea porque antes que fosse depositada a de cima, a de baixo já teria sido erodida. Portanto é necessário que a deposição seja rápida para que a estratigrafia seja uniforme, como mostra esse pequeno exemplo na areia; 2) O método de medição radiométrico não se aplica a rochas sedimentares, e sim a rochas ígneas. Isso significa que datar estratigrafia sedimentar é apenas uma tradição científica, e não resultado científico. SEIXOS DILUVIANOS NO PIAUÍ prof. Moisés C. Bezerril Estrada de Floriano, PI. Todo mundo sabe o que é seixo, mas quase ninguém sabe que seixos são rochas erodidas pelas águas do Dilúvio de Gênesis. No Piuaí é possível ver como os tsunamis diluvianos colocaram esses seixos em camadas acima do nível do mar. O QUE DIZ A LENDA: "seixos são pedrinhas de rio que ao longo de milhões de anos foram sendo boleados pelas correntes de agua." O QUE DIZ O CATASTROFISMO CRIACIONISTA: Seixos são pedaços de rochas que foram violentamente erodidos por gigantesca força hidráulica jamais encontrada nos moldes conhecidos na geologia moderna. A energia desprendida para erodir rochas de todos os tipos, boleá-las em larga escala, e depositá-las em camadas gigantes, no topo de outras camadas de sedimentos não é encontrada hoje em nenhum rio conhecido pela humanidade. Muitos batólitos (montanhas de granito) e outras rochas (metamórficas, sedimentares, ígneas) foram erodidas pelas águas do meio para o final do dilúvio; ondas gigantes que erodiram rapidamente os cumes das montanhas se tornaram verdadeiras lixas gigantes e ambulantes que comiam tudo o que encontravam pela frente. A imensa carga de pedras erodidas arrastada pela água simulava os grãos de um esmeril ou lixa que deixavam o material erodido em foma circular, e erodia tudo em seu caminho. Após a calmaria esse material era depositado em camadas da mesma forma como são formados os turbidito: camada sobre camada. ![]() ![]() ![]() | |
| | |
| Sodré Usuário Ativo Registrado em: 01 Abr 2008 Localização: Brazil Status: Online Respostas: 58 | |
SÃO FRANCISCO DO MARANHÃO![]() AS MARCAS DO DILÚVIO EM SÃO FRANCISCO DO MARANHÃO PROVAS IRREFUTÁVEIS DA GRANDE CATÁSTROFE GLOBAL REGISTRADA NO LIVRO DE GÊNESIS A 131 km de Teresina, a cidade de São Francisco do Maranhão - MA abriga vários pacotes sedimentares depositados por gigantescos tsunamis de transgressão marinha, formando enormes montanhas de sedimento ao redor da cidade e regiões circunvizinhas. A direção dos pacotes sedimentares de São Francisco (nordeste-sudoeste) indicam que aquelas formações não foram feitas por rios (como dizem os evolucionistas), e sim por um fenômeno de inundação marinha global que atingiu vários continentes, pois os ínumeros pacotes sedimentares dos outros continentes encontram-se na mesma direção; os rios encontram-se em direções diferentes. Isso significa que a água veio sobre os continentes de uma mesma direção., e tais formações foram depositadas no início do dilúvio de Gênesis, É possível encontrar também na mesma cidade muitos pacotes no sentido leste (direção de regresso das águas), direção para onde as águas diluvianas escoaram em direção às bacias oceânicas. Na estruturação geotectõnica da América do sul destacam três grandes áreas com cobertura fanerozóica - Bacias sedimentares do Paraná, Parnaíba, e Amazonas. Estas bacias cosntituem depressões estruturais, no embasamento cristalino, preenchidas por fantásticos volumes de material sedimentar. Pacotes sedimentares com espessuras de milhaes de metros, abrangendo extensas áreas (centenas de milhares de km2) podem ser perfeitamente identificados. (Nahor,2004) Que processo seria capaz de espalhar depósitos sedimentares por áreas tão vastas? Nenhum fenômeno geológico, presentemente observado, poderia coerentemente explicar formações geológicas tão extensas e generalizadas na superfície da crosta terrestre. (Nahor, 2004) No ano do dilúvio biblico de Noé, transgressões marinhas gigantescas podem ser perfeitamente traduzidas por ondas enormes invadindo extensas áreas continentais. Essas imensas massas de água - movimentando-se de maneira rápida e violenta - certamente promoveram intensos processos de erosão, transporte e - à medida que a velocidade desses imensos fluxos diminuía - rápida deposição de colossais volumes de material sedimentar. Este parece ser o resultado esperado de impactos meteoríticos na surperfície de mares ou oceanos antigos. (Nahor,2004) material sedimentar composto de areias e grãos menoresNormalmente os evolucionistas dão 150 a 200 milhões de anos a essas estruturas de arenito; pela composição do material essas estruturas sedimentares não suportariam nem mesmo 1 milhão de anos. pacote sedimentar ao fundo sentido nordeste - sudoeste, indicando que essa formação foi feita no início do dilúvio bíblicode NoéEm condições normais a água flui em diferentes direções, como é possível se verificar nos vários rios ds continentes atuais. Neste caso, a análise de determinadas estruturas sedimentares proporcionaria as corespondentes direções e sentidos dos fluxos de corrente e, certamente, se constatariam várias direções e não apenas uma preferêncial. A realidade surpreendente, verificada nas vastas camadas sedimentares do continente Norte Americano, é que durante o Paleozóico predominou uma orientação persistente e clara; istos é, os sedimentos foram movimentadosno sentido nordeste para sudoeste. Nas camadas superiores do Fanerozóico, nota-se uma mudança gradual das paleocorrentes para o leste. O mesmo padrão parece aplicar-se à América do Sul. A predominancia de determinadas direções nas paleocorrentes, em vastas áreas, só pode ser admitida em um cenário de eventos geológicos rápidos, catastróficos e abragentes. Assim, as deposições dos espessos e extensos estratos sedimentares (contento fantásticas quantidades de animais e plantas), associadas evidentemente aos quatro fenômenos geológicos globais já considerados, desenvolveram-se muito rapidamente: -Ao nível individual (determinado estrato), em intervalos de tempo equivalentes a horas e dias -Por acúmulo continuo (bacias sedimentares) em intervalos um pouco mais dilatados (semanas e meses). (Nahor, 2004) O DILÚVIO DE GÊNESIS EM PERNAMBUCO VALE DO CATIMBAU - BUÍQUE - PE - a 285 Km de Recife Do ponto de vista uniformitarista (geologia convecional - evolucionista) essa formação tem entre 100 e 150 milhões de anos. Ninguém sabe ao certo como originaram-se essas formas geológicas, mas sabe-se que foi por meio de água, muita água. A interpretação convencional é de um grande lago ou oceano muito antigo que já existiu nessa região. Tal interpretação consiste num verdadeiro enigma para os geólogos convencionais. Do ponto de vista catastrofista (geologia diluviana - criacionista) essa formação não tem mais do que 4.300 anos. Essas formas originaram-se por deposição e erosão no ano do dilúvio global de Gênesis. Não há enigma nenhum travestido em milhões de anos. Apenas uma grande catástrofe se deu no passado depositando todo esse sedimento no nível da altura do topo dos depósitos que agora existem; todo esse canyon era preenchido por sedimento igual ao que se vê aos lados, mas foi erodido quando as águas diluvianas retrocederam em grande volume e velocidade para as grandes bacias oceânicas após levantamento continental devido ao tectonismo do ano diluviano. ![]() O MAPA DAS BACIAS SEDIMENTARES BRASILEIRAS CONFIRMA A TESE DO DILÚVIO BIBLICO DE GÊNESIS Na estruturação geotectônica da América do Sul destacam-se três grandes áreas com cobertura fanerozóica - bacias sedimentares do Paraná, Parnaína, e Amazonas. Estas bacias constituem depressões estruturais no embasamento cristalino, preenchidas por fantásticos volumes de material sedimentar. Pacotes sedimentares com espessuras de milhares de metros, abrangendo extensas áreas (centenas de milhares de km quadrados) podem ser perfeitamente identificados. (Nahor,2004). É possível notarmos que a partir do mapa das bacias sedimentares brasileiras o Brasil já esteve inundado por um fenômeno jamais visto ou observável na natureza hoje em dia. As partes verdes são sedimentos depositados em afundamentos na base cristalina, e as partes amarelas são afloramentos da base cristalina. Esse colossal derrame ou depósito de sedimentos constitui prova indubitável de que o Brasil já esteve submerso por um tempo. Como todas as bacias possuem formações de transgressão marinha, bem como de águas calmas e de regressão marinha, o único evento capaz de explicar as geomorfologias das bacias sedimentares brasileiras seria o Dilúvio de Gênesis. matéria em questão: "Qual processo seria capaz de espalhar depósitos sedimentares por áreas tão vastas? Nenhum fenômeno geológico, presentementeobservado, poderia coerentemente explicar formações geológicas tão extensas e generalizadas na superfície da crosta terrestre." (Nahor, 2004) "Transgressões marinhas gigantescas podem ser perfeitamente traduzidas por ondas enormes invadindo extensas áreas continentais. Essas imensas massas de água - movimentando-se de maneira rápida e violenta - certamente promoveram intensos processos de erosão, transporte e ( à medida que a velocidade desses imensos fluxos diminiuía ) rápida deposição de colossais volumes de material sedimentar."(Nahor, 2004)CONCLUSÃO Nenhum evento observável na terra poderia explicar o mapa das bacias sedimentares brasileiras, a nao ser um evento de inundação global como o Dilúvio de Gênesis. Muitas teorias uniformitarianas tem sido propostas, mas todas sem nenhum fundamento viável a partir do que se observa hoje no planeta. A idéia de um oceano de um oceano pré-histórico em certas localidades do Brasil não justifica as vastas geomorfologias formadas a partir de transgressividade, calmaria, e regressividade de correntes dágua. Assim, um dilúvio global ainda é a melhor resposta para explicar os extensos depósitos sedimentares em todos os continentes, entre os quais, o Brasil está representado por suas gigantescas bacias sedimentares. BIBLIOGRAFIA: NAHOR, N. Souza Jr. Uma Breve História da Terra. Brasila, Sociedade Criacionista Brasileira, 2004. AS TRÊS FASES DO DILÚVIO BÍBLICO DE NOÉ NA BACIA DO PARANÁ - SP MARCOS NATAL DE SOUZA COSTA adaptado po Moisés C. Bezerril <> No final do 4o Encontro Nacional de Criacionistas realizado em janeiro de 2002 no Centro Universitário Adventista de São Paulo, Brasil, foi realizada uma excursão geológica na Bacia do Paraná com o objetivo de observar em campo alguns dos conceitos apresentados durante o evento além do reconhecimento de feições geológicas relacionadas ao dilúvio de Noé. Na ocasião, foram visitadas seis localidades com características peculiares de processos que teriam ocorrido durante o dilúvio e que permitiriam hoje sua reconstituição. A seguir, será apresentada uma síntese dos pontos visitados durante a excursão com ênfase numa interpretação geológica baseada em modelos catastrofistas. FORMAÇÃO ITARARÉ <> Segundo a interpretação criacionista, as rochas da Formação Itararé estariam relacionadas às fases iniciais do dilúvio num momento de sedimentação clástica bastante ativa quando da invasão do mar sobre os continentes (fase transgressiva). Estes sedimentos seriam produzidos pela ação de fortes correntes sobre áreas mais elevadas, os quais seriam depositados nas porções mais deprimidas ocupadas pelos mares epicontinentais. A presença de sedimentos imaturos como arenitos feldspáticos e arcósios indicam um transporte rápido em direção à bacia de sedimentação não havendo tempo suficiente para a maturação e classificação da fração terrígena. | |










































Nenhum comentário:
Postar um comentário